Vampire, The Requiem :: Live Action – BH

April 12th, 2011  / Autor: @pedropenido

Mais informações: http://requiembh.vilabol.uol.com.br/

The Elder Scrolls V: Skyrim

March 25th, 2011  / Autor: @pedropenido

A quinta edição da saga The Elder Scrolls vem com tudo. Sempre com trilha sonora marcante, cenários ricos, imensos e deslumbrantes, Elder Scrolls mergulha o jogador em aventuras épicas em um mundo de fantasia, mistério e belezas sem igual.

FAÇA SUA RESERVA!

World RPG Fest 2011

January 12th, 2011  / Autor: @pedropenido

Data: 14 e 15 de maio
Horario: 13h às 22h
Localização: Rua Francisco Nunes, 80 – Curitiba/PR

A Word RPG Fest é um evento cultural que reúne, além de aficionados em RPG, entusiastas e fã-clubes de séries  como Star Trek, Star Wars, Arquivo X e também reúne praticantes e cultivadores da “cultura nerd” em geral como os fãs de “anime” e “mangá” (respectivamente, os desenhos animados e os quadrinhos japoneses), fãs de filmes e, enfim, fãs da cultura pop em geral.

Contato
http://www.worldrpgfest.com.br
eraldo@worldrpgfest.com.br

MightyBlade

January 4th, 2011  / Autor: @pedropenido

Voltando das festividades de final de ano, nosso grupo de RPG resolveu experimentar o sistema de rpg brasileiro Mighty Blade, levado a nós pelo doidão do @lucomics (Lucão). A experiência de jogo foi excelente. Muito divertida!

As regras são simples, o sistema funcional e o resto fica a critério do jogo. Tudo rola a partir de quatro atributos e jogadas de 2d6 (ou 3d6). Sem milhares de tabelas e modificadores. Para um jogo rápido e que não deixa de lado os elementos da interpretação, MB é um prato bem servido.

RECOMENDAMOS!!!

Bardos & Goblins, Ep.05 :: Nas Ruínas de Tumbdor

December 6th, 2010  / Autor: @pedropenido

Ysalv, o Elfo Bardo:

Pouco se sabia sobre o destino vil que se debruçara sobre a Fortaleza de Tumbdor. Bastião de grandes reis do passado, Tumbdor sofreu os mais devastadores ataques que se pode imaginar. Da magia ao terror, dos feitiços aos demônios. Todos, um a um, cravaram suas lâminas e presas nas inexpugnáveis muralhas da Fortaleza. E pelos veios entre as pedras escorreu sangue por dias inteiros. Sangue dos bons. Sangue dos maus.

Nosso caminho havia nos levado até o solo sacroprofano onde milhares haviam tombado. E a marca dos antigos combates estava em todas as partes. Nas muralhas, ao longe, manchas de sangue coloriam as pedras cinzentas de tons escuros. No chão, restos de ossadas e lâminas se misturavam à terra revolvida pelas explosões que ceifaram tantas almas.

O silêncio imperava e o menor dos estalos entre as ruínas produzia um eco assustador em nossos corações. Caminhávamos silenciosos, cobertos pelo desejo de passar sem ser percebidos. E até íamos bem, até que ouvimos o estalar das rochas logo acima de nossas cabeças.

Caminhando sobre nós, observando-nos, vinha uma gárgula de olhos de sombra e garras de ferro. Parecia pouco interessada em tudo mais que não fosse nosso terror seguido de nossas mortes. E assim que apressamos o passo para driblá-la, ela saltou, bateu as pesadas asas de pedra e caiu à nossa frente. Urrando, intimidando-nos.

Udror e Solska fizeram a linha de frente. Vixen tentou flanqueá-la mas foi atingido pela criatura, sendo arremessado para longe. Jeanx afastou-se e começou a preparar um feitiço.

A criatura alçou rápido vôo e, em uma rasante, acertou Solska e Udror com força suficiente para partir um homem comum ao meio.

Em extensão à mesma rasante veio em disparada em nossa direção, desinteressada acerca dos nossos propósitos naquelas terras, abriu a boca cheia de dentes de ferro e as garras laminadas em um urro intimidador. Congelou-nos de pavor.

Seria nosso fim, mas, de repente, Jeanx se posicionou à nossa frente, em um rompante de loucura e coragem e, com um único gesto, acertou a face da criatura com um golpe elétrico que a fez perder o rumo e explodir em cheio numa torre que logo desabou.

Udror e Solska levantavam-se sendo ajudados por Vixen. Enquanto eu e Gum verificávamos o estado das coisas. Era melhor partir.

Gum, o Goblin Realista:

Já havia ouvido falar de Tumbdor. Entre meu povo as lendas que mencionavam essa fortaleza sempre acabavam com lendas de heróis mortos injustamente e mestres do mal enlouquecidos. Diziam que houve tanta magia gasta naquela área que podia-se plantar uma tocha de chama eterna e colher uma árvore de bolas de fogo.

Fato era que quando se falava em Tumbdor as reações variavam da incredulidade ao pavor. De histórias de bravura a tragédias do amor. (Sinto-me um Ysalv. ERKKKK!)

Mas nossa passagem pelo local seria praticamente um sussurro, se Ysalv não tivesse começado a falar da bravura de seus irmãos que morreram defendendo Tumbdor do Dragão das Sombras, um clã de feiticeiros imbecis que pensavam em dominar o mundo todo.

A falação do bardo acordou um dos guardiões das ruínas, uma gárgula imensa, duns 2 metros e tantos de altura. Pura pedra e ferro interessada apenas em rasgar-nos e espalhar nossos pedaços pelos ares.

E foi com isso em mente que a diaba atacou o clérigo e derrubou Solska e Udror. (Parece que o Solska não gosta muito de lutar contra coisas que não sejam mortos-vivos e inimigos de seu deus. Que merda!).

Desengoçada, ela pulou sobre os dois e quase arrancou as respectivas cabeças se Jeanx não tivesse lançado mísseis mágicos em cheio na fuça da desgraça alada. E isso a enfureceu.

Num outro salto abriu novamente as asas e veio rápido. Eu e o “intelectualmente prejudicado” do Ysalv estávamos praticamente dentro de sua boca quando o Jeanx pulou para a frente e, com as mãos em choque, pregou um tapa na cara do bicho que o estalo poderia até ser oferecido ao Deus da Tempestade.

O bicho zuniu feito abelha imersa em arroto de orc e pregou a cabeça numa torre velha, cuja estrutura desabou completamente, enterrando-a quase por inteiro.

Era o que Udror esperava. Aproximou-se da gárgula que tentava se levantar, fez a marreta brilhar em fúria e, num único golpe, explodiu a cabeça dela contra a muralha. Deu pena da gárgula, deu pena da torre, deu pena da muralha.

Só não consigo sentir pena do Ysalv, esse cantante que, mais cedo ou mais tarde, vai ser chamado pelo Udror para um “passeio pelo pântano”.

Eu sofro… eu choro… mas, na verdade, adoro meu trabalho! HA HA HA HA!!!

Bardos & Goblins: Luz às Sombras

November 29th, 2010  / Autor: @pedropenido

Ysalv, o Elfo Bardo:

Por trás do escuro e sujo elmo de Udror está um homem de olhar furioso, cujos atos falam por si mesmos. Um homem de porte intimidador, voz de trovão e uma força descomunal. Um guerreiro como poucos que caminham por estas terras.

Certa vez Udror lançou-se ao combate para ajudar o feiticeiro Jeanx que havia sido encurralado por criaturas vis, recém-saídas de rasgos no chão. Jeanx fora derrubado e ficara inconsciente. Solska e Vixen estavam enfrentando um demônio. Gum e eu ajudávamos como podíamos.

Mas foi potência dos golpes de Udror que acumulou cadáveres aos pés do feiticeiro. Foi a fúria sanguinária de Udror que lançou cabeças para o alto e aterrorizou até mesmo criaturas feitas de sombra e horror.

Jeanx estava vivo. E dele partiu o ataque que fulminou um dos demônios com tal força que as paredes balançaram e caíram, e a luz entrou no sombrio salão, afugentando o que restava do Mal por ali.

Gum, o Goblin Realista:

Não entendo o Ysalv. Sinceramente. Não o entendo.

Em um momento resmunga do jeito grosseiro do Udror para todos os deuses e todo o mundo. Em outro momento esse mesmo jeito grosseiro vira tema de suas cantarolices, ou, como costumo dizer, “canta tolices”. HA HA HA.

Elogiar o Udror já é comum no nosso bando. Até mesmo o Solska, cheio de suas frescuras de fé e honra, tira o elmo para cumprimentar o grandão. Todos sabemos que sem Udror na linha de frente, pouco sobra da linha de trás.

O próprio Ysalv já sabe que não adianta requintar o combate do Udror. Quando esse cara entra numa briga, mermão, não sobra pedra sobre pedra, osso sobre osso. O cara parece uma marreta com boca e apetite de tarrasque. Come feito um condenado. E ninguém se importa com o quanto ele come, desde que esteja satisfeito para abrir portas, derrubar portas, derrubar paredes, quebrar baús, esmagar crânios, partir inimigos ao meio e todos esses processos barbarescos que nas mãos de Udror mais parecem arte plena.

Tenho que confessar que a doença do Ysalv começa a me preocupar. Viram a que ponto ele tem chegado? Chegou a mencionar “GUM” em seu último relato. O que estará acontencendo? Desde quando eu, o guarda-treco e monta-acampamento do grupo sou mencionado nas “canta tolices” do elfo?

“Gum e eu ajudávamos como podíamos!” HA HA HA HA HA! Sei…  Eu ajudava mesmo. Jogava pedra, panela, pederneira, saco de moeda. Tudo que tivesse peso e chegasse à cabeça dos bichos que atacaram o Jeanx. Já o Ysalv ficou procurando a melhor flecha por um tempão e depois ficou uma eternidade mirando.

Quando disparou… Em cheio! A flecha foi direto entre os olhos. Pena que o bicho já estava no chão e morto, com metade do corpo rasgada por dois golpes do Udror.

Vida longa ao Jeanx. Se não fosse ele, a luz não teria chegado, e só os luminescentes Solska e Vix teriam sobrevivido. Talvez o Udror também. Ou seja… aqueles que são auto-suficientes.

Pergunte ao Gum

November 24th, 2010  / Autor: @pedropenido

Nosso amigo GUM está, a partir de hoje, respondendo às mais variadas perguntas que (como diz ele) reles mortais de todo o mundo estão enviando. Mande a sua também.

O pior que pode acontecer é ele responder!

http://horizonteparalelo.net/hxp/bardos-goblins/pergunte-ao-gum/

Bardos & Goblins: O Refúgio da Corte

November 22nd, 2010  / Autor: @pedropenido

Ysalv, o Elfo Bardo:

10 anos, longos anos, se passaram desde nosso encontro com Lady Hawkeye, na Taverna dos Dez Braços. Naquele encontro discutimos uma maneira de contornar as desastrosas batalhas que, infelizmente, se desdobraram em torno da Coroa.

A Rainha Milfort estava isolada em seu castelo naquela época. Seus dois filhos lideravam tropas contra as hostes de Rampratt, o irmão da rainha que queria para si todo o reino.

Fomos chamados para auxiliar Milfort e sua corte em uma fuga entre as montanhas, para um abrigo secreto, enquanto os exércitos travavam pueris e sangrentos combates. Nossas esperanças estavam em preservar a Rainha e seu legado, contra os tremores da escuridão que irrompiam nossos corações.

Gum, o Goblin Realista:

A elfa Hawkeye era um tanto quanto diferente em relação aos demais elfos. Ysalv não tirava os olhos das belas pernas que ela deixava à mostra. Aliás não apenas ele. Todo mundo da taverna dos Dez Graços (kkkkk) ficava secando a gostosona. De fato, o próprio Udror partilhou uma ‘ida ao banheiro’ com a maluquinha. Ela era uma pessoa bem dada com os guerreiros trogloditas. Algum tipo de fetiche, creio eu.

Mas concordamos que levar a múmia, quer dizer, a Rainha Milfort ao seu abrigo nas montanhas era a coisa certa (e mais bem paga) a se fazer. De fato assim fizemos. Passamos no castelo, juntamos a tralha e a corte (quase não deu pra distinguir uma da outra) e escoltamos os nobres lenga-lenga para seu buraco acorvardante.

Jeanx resmungava. Vixen entornava. Udror sussurrava (coisas para a múmia Milfort). E Ysalv, claro, cantarolava. E já enchia o saco, mais uma vez.

Sinceramente não via muita lógica nessa budega toda. Estávamos cavalgando na direção oposta ao combate. Soube de grandes generais liderando bravos combatentes. Todos dando sangue e suor por uma corte fujona. Sou ignorante, dizem. Mas pra mim esses humanos gostam mais de seus assentos acolchoados que de prestar honra aos que morrem para defender sua covardia.

Vai entender…

Multiplicadores de XP: Fermento, Enredo e Implicações

November 17th, 2010  / Autor: @pedropenido

FERMENTO

Há duas semanas comecei a utilizar um multiplicador de XP para a uma aventura de D&D 3.5. A idéia é reunir toda a experiência oriunda dos monstros derrotados, armadilhas desativadas, boa interpretação, boas idéias e colaboração com o jogo. Depois multiplica-se tudo isso por 3 e divide-se o valor entre o grupo. Os valores saltam aos olhos. O grupo fica empolgado e o jogo anda, desenvolve.

No passado vinha tendo problemas com o não crescimento dos personagens e nosso pouco tempo de jogo. Encarceirados em breves sessões aos sábados percebi que a diversão vinha sendo severamente prejudicada pelo não crescimento dos personagens. Os jogadores desanimavam de certo modo. E o narrador também.

Daí resolvemos todos acatar a técnica já utilizada em sistemas de MMORPG e começamos a multiplicar tudo por 3. Resultado: em duas semanas dois níveis para a maioria dos jogadores. Os demais conseguiram chegar bem perto de subir o segundo nível.

ENREDO

A idéia de dar força ao papel dos personagens tem que ser pensada também. De fato o crescimento em experiência é mais rápido e o enredo deve ser curvado neste sentido, de modo a não transformar o jogo numa arena de combate, sem roteiro ou argumentação sólida.

É preciso pensar os personagens, seus enredos particulares, seus enredos em torno do grupo e, principalmente, o impacto da existência de um grupo de heróis em franco crescimento no cenário.

Grandes feiticeiros poderiam se interessar em contratar os personagens, ou enfrentá-los, ou recompensá-los, ou, até mesmo, escravizá-los. Do mesmo modo grandes reis e poderosas guildas ficariam sabendo dos serviços prestados pelos heróis e se interessariam por eles, para o bem ou para o mal.

IMPLICAÇÕES

Qual o papel dos heróis no local onde agem? Estão vinculados a algum grupo/clã/guilda? Não? Ainda não?

Que tipo de enredo pode nascer daí? Estariam eles caminhando silenciosamente para a maior aventura de suas vidas? Em breve atingirão níveis maiores, que os colocará em dilemas de gravíssimas e extensas consequências. Como já diria tio Ben: “Quanto maior o poder, maior a responsabilidade!”

É interessante que nesse movimento de crescimento o narrador já comece a semear ganchos para os perigos vindouros, de modo a jogar mais cores e cenário no crescimento dos heróis. Fazer com que eles se deparem com situações delicadas que os coloquem à prova e coloquem em debate os rumos que pretendem seguir, individualmente ou não.


E você? O que acha?

MMORPG

November 3rd, 2010  / Autor: @pedropenido

Para quem é fã de Massive Multiplayer Online Roleplaying Games, que tal conhecer essa lista?