Parte 1-1: No Necrotério

Cientes da urgência de encontrar pistas concretas que levassem ao Caído por trás dos recentes assassinatos em São Miguel, os três personagens vão até o necrotério onde estava o cadáver de uma das crianças mortas na noite anterior, quando o caso caiu nos noticiários. Um dos Caídos possuía ligações com a imprensa e “conseguiu emprestado” uma credencial de imprensa.

Foi até o Necrotério e pediu para ver o corpo da criança. O Algoz (Slayer) estava ao seu lado. Ele buscaria nos olhos da vítima os seus últimos instantes, na esperança de conseguir identificar seu assassino ou compreender melhor tal crime bizarro. Mas a bizarrice da cena não estava completa. A criança jazia com pequenos cortes nos pulsos, por onde teria escorrido o sangue (grande parte dele) e… os olhos haviam sido arrancados.

Estava cada vez mais claro que um Caído orquestrava os acontecimentos. Sua força era ainda desconhecida e, em situações como esta,  todos os Caídos sabem, é melhor tomar muito cuidado. Quando saíram da sala os Caídos já tinham algumas coisas para pensar:

  1. Um Caído estava por trás dos crimes;
  2. Esse Caído poderia ser algum Algoz, pois a remoção dos olhos é uma contra-medida ao uso de poderes de Doutrina da Morte;
  3. O artífice de tal plano é conhecedor de rituais desconhecidos aos Caídos.

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